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Por que o consórcio precisa do fundo de reserva?

06 Jun 20
3 min

Aspecto importante de um consórcio, o fundo de reserva ainda pode gerar muitas dúvidas. Confira como ele traz segurança ao sistema!

Apesar de simples, o consórcio ainda gera muitas dúvidas para quem deseja iniciar o investimento. As questões mais frequentes geralmente são sobre as taxas que compõem a parcela, como seguro prestamista, a taxa de administração e o fundo de reserva.

A administradora do consórcio é responsável por definir as taxas cobradas, recolher as parcelas pagas pelos consorciados, realizar a assembleia (onde também ocorrem os lances) e entregar a carta de crédito para faturamento do bem. Esses cálculos normalmente são feitos considerando o valor total da aquisição, a duração do plano, a inflação e o número de participantes do grupo de consórcio. 

Entre todas as taxas inclusas nas parcelas mensais, o fundo de reserva é o que pode causar mais dúvidas. Como ele é formado? Qual a sua real necessidade? Quanto da parcela é formado por ele? 

 São muitas as dúvidas que podem surgir. Mas não se preocupe. Para entender melhor como o fundo de reserva de um consórcio funciona, acompanhe o texto a seguir.

O que é o fundo de reserva de um consórcio

O fundo de reserva cobrado nas parcelas de um consórcio é um valor à parte, que não é empregado na carta de crédito, mas sim usado em casos de emergência.

 Podemos comparar com o fundo de reserva de um condomínio. Ele é pago mensalmente, junto às outras despesas, mas só é usado caso seja necessário e não para pagar contas como o restante das taxas.

O fundo de reserva é recolhido para a segurança do grupo de consorciadosEle serve para cobrir eventuais inadimplências ou possíveis problemas de manutenção do grupo. A existência do fundo de reserva é garantida pela lei 11795/08 do consórcio e sua cobrança deve ser definida no momento de formação do grupo. Para que seja válida a cobrança, o fundo de reserva deve constar no contrato de adesão.

Veja alguns exemplos em que o fundo de reserva pode ser empregado durante o consórcio: 

  • cobertura de eventual falta de recursos do fundo comum;

  • pagamento de carta de crédito, no caso de membros inadimplentes;

  • pagamento de despesas judiciais ou extrajudiciais;

  • pagamento de despesas bancárias de responsabilidade do grupo;

  • contemplação por sorteio, em caso de falta de fundo comum.

Resumindo, a taxa do fundo de reserva é facultativa e só pode ser cobrada quando acordada por todas as partes do grupo. Apesar disso, orienta-se fortemente a adesão por todos os consórcios, já que trata-se de uma forma a mais de proteção para o grupo de consorciados. 

O que acontece com o fundo de reserva após o fim do consórcio 

Nem sempre o fundo de reserva é utilizado durante o período do consórcio. Nesse caso, o valor acumulado das parcelas é distribuído igualmente aos membros do grupo. Isso acontece até 60 dias após a realização da última assembleia. 

Caso o valor tenha sido utilizado para alguma eventualidade, a administradora deve buscar ao máximo recuperar o valor das parcelas para distribuir integralmente aos consorciados. Ou seja, trata-se de uma taxa de segurança para manter a saúde do sistema como um todo.

Agora que você já sabe que o fundo de reserva traz ainda mais segurança para o consórcio, que tal conhecer o simulador Conseg no nosso site? Descubra como é simples investir na aquisição do seu próximo veículo ou imóvel!



Por Conseg
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